Em relação ao desequilíbrio que tornou Londrina cidade dormitório de rolinhas, as Zenaidas, o que era um incomodo, hoje, transformou-se em uma disputa entre duas populações, a de humanos e as pombas, por melhores condições de vida ou mesmo de sobrevivência.
As condições de Londrina diferem de todas as outras metrópoles mundiais, pois a nossa cidade é uma ilha vertical, um verdadeiro pombal, uma das com mais edificios do mundo, cercada por 300.000 hectares de soja e com somente e esparramados 16.000 hectares de florestas remanescentes.
Aliada a falta de predadores e bem alimentadas não se reproduzem apenas na primavera, procriam sem parar e se a população humana não entender que a luta tem que ser de todos, fatalmente iremos perder esta guerra, haja vista que mesmo o poder público fazendo tudo o que pode, como está efetivamente ocorrendo, através de diversas ações concretas que estão sendo desenvolvidas pelo nosso município, capitaneadas pelo competente e dedicado Secretário Municipal, Dr Carlos Levi.
Não há paradigmas a serem estudados e adotados, há que inovar e ao mesmo repensar o nosso modelo de desenvolvimento, preocupação tão presente nos discursos e tão ausentes na prática, para novamente termos primaveras inteiras, como tão bem escreveu o Dr José Álvaro Carneiro , Superintendente Estadual do Ibama, em recente artigo publicado no jornal Gazeta do Povo.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Mudança da localização da Capital do Paraná.
Os estados federados brasileiros são corpos administrativos e políticos, e naturalmente têm sede administrativa, que é a capital do estado. Em função disto empresários, políticos, advogados e funcionários públicos de todas as regiões dos estados, no desempenho de suas funções, obrigam-se a viajar constantemente para a suas respectivas capitais.
A seguir, enumerarei algumas das várias razões que, sob o meu ponto de vista, tornam necessária a mudança de nossa Capital, para a região central do Estado, nas imediações do município de Pitanga.
A nossa Capital é uma bela e rica cidade com vida própria, Curitiba, porém situa-se num dos pontos extremos do Estado, dista apenas 70 quilometros do Oceano Atlântico, o que onera muito os deslocamentos para lá de pessoas de quase todas as regiões do Estado, além de fazer-se necessário o pernoite, não permitindo o regresso no mesmo dia às cidades de origem.
Curitiba tem uma densidade populacional de 4.200 habitantes por quilometro quadrado, tem IDH 0.85 e seu PIB per capita é de R$ 18.000,00, o seu parque industrial tem 42 milhões de metros quadrados, setores de serviços e comércio altamente desenvolvidos, o seu orçamento anual é de R$ 4 bilhões, enfrenta graves problemas de trânsito, é a cidade com mais veículos por habitante, um para 1,67 habitante em 2008 foram 8.000 acidentes, cada acidentado custa em média R$ 45 mil, normalmente aos cofres públicos, também enfrenta, Curitiba, graves problemas ambientais.
Um metro quadrado de terrenos em Curitiba vale cerca de R$ 700,00, em Pitanga a mesma quantidade de terras vale R$ 70,00.
A nossa região central do Paraná dista em média 230 quilometros das outras cidade, tem densidade populacional de 15 habitantes por quilometro qudrado paranaenses tem IDH médio 0.6, PIB per capita de r$ 6.000,00, com quase nenhuma atividade econômica importante.
Portanto fica evidente que são duas regiões muito distintas economicamente e socialmente, uma muito rica super-habitada e outra muito pobre e desabitada, porém central.
A nossa Constituição Federal estabelece a eliminação das desigualdades sociais e regionais como um dos objetivo da República Federativa do Brasil e a Constituição do Paraná estabelece a defesa do meio ambiente e da qualidade de vida.
Com esta providência cerca de 200.000 pessoas deixarão Curitiba, aliviando-a dos problemas comuns das metrópoles urbanas e proporcionará desenvolvimento a mais carente das regiões do Paraná, pois só o orçamento do Poder Legislativo Estadual, que para a nova Capital teria que se transferir, é de cerca de R$ 500 milhões anuais, iguala-se ao de Maringá.
A seguir, enumerarei algumas das várias razões que, sob o meu ponto de vista, tornam necessária a mudança de nossa Capital, para a região central do Estado, nas imediações do município de Pitanga.
A nossa Capital é uma bela e rica cidade com vida própria, Curitiba, porém situa-se num dos pontos extremos do Estado, dista apenas 70 quilometros do Oceano Atlântico, o que onera muito os deslocamentos para lá de pessoas de quase todas as regiões do Estado, além de fazer-se necessário o pernoite, não permitindo o regresso no mesmo dia às cidades de origem.
Curitiba tem uma densidade populacional de 4.200 habitantes por quilometro quadrado, tem IDH 0.85 e seu PIB per capita é de R$ 18.000,00, o seu parque industrial tem 42 milhões de metros quadrados, setores de serviços e comércio altamente desenvolvidos, o seu orçamento anual é de R$ 4 bilhões, enfrenta graves problemas de trânsito, é a cidade com mais veículos por habitante, um para 1,67 habitante em 2008 foram 8.000 acidentes, cada acidentado custa em média R$ 45 mil, normalmente aos cofres públicos, também enfrenta, Curitiba, graves problemas ambientais.
Um metro quadrado de terrenos em Curitiba vale cerca de R$ 700,00, em Pitanga a mesma quantidade de terras vale R$ 70,00.
A nossa região central do Paraná dista em média 230 quilometros das outras cidade, tem densidade populacional de 15 habitantes por quilometro qudrado paranaenses tem IDH médio 0.6, PIB per capita de r$ 6.000,00, com quase nenhuma atividade econômica importante.
Portanto fica evidente que são duas regiões muito distintas economicamente e socialmente, uma muito rica super-habitada e outra muito pobre e desabitada, porém central.
A nossa Constituição Federal estabelece a eliminação das desigualdades sociais e regionais como um dos objetivo da República Federativa do Brasil e a Constituição do Paraná estabelece a defesa do meio ambiente e da qualidade de vida.
Com esta providência cerca de 200.000 pessoas deixarão Curitiba, aliviando-a dos problemas comuns das metrópoles urbanas e proporcionará desenvolvimento a mais carente das regiões do Paraná, pois só o orçamento do Poder Legislativo Estadual, que para a nova Capital teria que se transferir, é de cerca de R$ 500 milhões anuais, iguala-se ao de Maringá.
PV
O PV local esteve reunido na noite de ontem para receber a filiação de diversas pessoas de destaque da sociedade londrinense, entre elas o Dr Paulo Muniz que numa outra oportunidade, eleições de 2002, foi muito bem votado para Deputado Federal.
A solenidade de filiação, comandada pelo Presidente do PV londrinense, Dr Marcos Colli, contou com a presença do Dr Melo Viana, Presidente Estadual do Partido que informou que da mesma forma das últimas eleições o partido sai com chapa própria nas próximas eleições, inclusive para o cargo de governador.
O PV paranaense foi fundado em 1988, e vem se firmando como uma alternativa partidária interessante, e isto ocorre em outros também importantes estados brasileiros, pois o PV valoriza muito o seu programa e toma as suas decisões políticas com base no mesmo.
A entrada da Senadora Marina Silva confirma isto, pois vários partidos disputaram a sua filiação, ela que por sua trejetória política pessoal é a personificação de um programa partidário e como suas bandeiras políticas coincidem em muito com o programa do PV, não sendo esta filiação uma mera acomodação eleitoreira.
A solenidade de filiação, comandada pelo Presidente do PV londrinense, Dr Marcos Colli, contou com a presença do Dr Melo Viana, Presidente Estadual do Partido que informou que da mesma forma das últimas eleições o partido sai com chapa própria nas próximas eleições, inclusive para o cargo de governador.
O PV paranaense foi fundado em 1988, e vem se firmando como uma alternativa partidária interessante, e isto ocorre em outros também importantes estados brasileiros, pois o PV valoriza muito o seu programa e toma as suas decisões políticas com base no mesmo.
A entrada da Senadora Marina Silva confirma isto, pois vários partidos disputaram a sua filiação, ela que por sua trejetória política pessoal é a personificação de um programa partidário e como suas bandeiras políticas coincidem em muito com o programa do PV, não sendo esta filiação uma mera acomodação eleitoreira.
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