O nosso ex-prefeito Nedson não pode ser acusado de não trabalhar prá-cachorro.Pois, neste domingo o vi, estava muito quente e ele, à carater, de camisa comprida, levando seu pequeno cão para fazer exercícíos, por volta das 11h, na rua Pará.
Deixem o homem trabalhar!! Portanto, não mais o acusem de desidioso, nem de grevista da CEF.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Arrecadação do Paraná é a mesma, a despeito da crise
O Brasil e o Paraná são nossos,o leitor não avalia negativamente a obrigação legal do nosso Paraná ter que gastar com o seu " operante " Poder Legislativo 5% do que arrecada, e com o MP 3.9% se comparados com os gastos da saúde, que são de 12%??
Ano que vem elegeremos Deputados Federais e Senadores, escolha dentre os candidatos os melhores, nem que seja para o seu próprio bem.
Mesmo com os efeitos da crise econômica, o Paraná registrou até setembro arrecadação nominal superior ao do mesmo período do ano passado, demonstrou nesta terça-feira (27) o diretor-geral da Secretaria da Fazenda, Nestor Bueno. Este ano, a Receita Estadual arrecadou R$ 13,372 bilhões, valor 3,27% superior aos R$ 12,94 bilhões que entraram nos caixas do Estado entre janeiro e setembro de 2008. Bueno apresentou na reunião semanal da Escola de Governo um balanço das contas do Estado em 2009.
“Com a correção pela inflação, nossa receita é a mesma do ano passado”, disse Bueno. “Os números deixam claro que não tivemos queda de arrecadação, ao contrário de outros estados brasileiros. O que houve é que, em 2008, um ano excepcionalmente bom, previmos um aumento de aproximadamente 10% para a receita corrente líquida em 2009. Com a crise, não registrou-se tal expansão, mas também não houve queda”, avaliou o governador Roberto Requião.
“Devido à crise, estamos recebendo menos dinheiro nos repasses do governo federal”, lembrou Requião. Assim, o Estado foi obrigado a segurar cerca de R$ 1 bilhão em despesas, explicou o diretor-geral da Fazenda. “O Orçamento, elaborado em 2008, previa R$ 14,228 bilhões em caixa até setembro, mas entraram R$ 13,372 bilhões”, justificou. “Mas vamos manter todos os percentuais de repasses previstos na lei e no Orçamento”, falou o governador.
“Em função da realização da receita, adequamos as bases de cálculo das transferências”, explicou Bueno. “A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) estabelecia como base uma receita de R$ 8,843 bilhões. Com a nova realidade, a base de cálculo para as transferências passa a ser de R$ 8,372 bilhões”. Em 2008, quando a arrecadação superou a meta prevista na LDO, as transferências foram superiores às definidas no texto.
“O Poder Legislativo deveria receber R$ 442 milhões em 2009. Com a nova base de cálculo, serão R$ 418 milhões, dos quais R$ 259 milhões para a Assembleia Legislativa e R$ 159 milhões para o Tribunal de Contas do Estado”, disse Bueno. O Legislativo fica com 5% do Orçamento do Estado. Até outubro, a Secretaria da Fazenda já repassou R$ 379 milhões à Assembleia e ao TCE.
O Poder Judiciário, que recebe 9% do Orçamento, terá R$ 753 milhões em 2009. É menos dinheiro que o previsto no Orçamento — R$ 795 milhões. “Ainda assim, é um valor superior aos R$ 747 milhões que o Estado repassou no ano passado”, falou o diretor-geral da Fazenda. Até setembro, a Justiça Estadual já recebera R$ 557,5 milhões.
O Ministério Público Estadual, a quem cabe 3,9% do Orçamento, receberá R$ 326 milhões em 2009, ante projeção orçamentária de R$ 345 milhões. “De toda forma, é mais do que o que estava previsto em 2008 — R$ 294 milhões”, lembrou Bueno. Até setembro, o Estado já havia entregue R$ 312 milhões ao MP.
SAÚDE E EDUCAÇÃO — Os gastos do Estado com custeio e investimentos em saúde e educação também irão manter-se dentro dos limites determinados pela legislação. “Até agosto, repassamos à Secretaria da Educação R$ 2,368 bilhões, o equivalente a 29,49% da receita resultante de impostos, que somava R$ 8,03 bilhões à época”, explicou o diretor-geral da Fazenda.
Em saúde, o Estado aplicou até agosto R$ 739 milhões, que correspondem a 11,36% dos R$ 6,504 bilhões da receita líquida de impostos e das transferências constitucionais e legais. “Até o fim do ano, iremos superar os 12% definidos em lei, assim como vamos passar dos 30% da receita em educação”, garantiu Nestor Bueno.
Os gastos do Estado com a folha de pagamentos estão dentro dos limites estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Nos 12 meses anteriores a agosto de 2009, a receita corrente líquida do Paraná soma R$ 14,857 bilhões. No período, os gastos com pessoal de todo o Estado somam R$ 7,987 bilhões, o equivalente a 53,76% do total. A LRF limita tais gastos em 60% da receita corrente líquida.
As despesas com folha de pagamentos do Poder Executivo somam R$ 6,782 bilhões. O valor corresponde a 45,65% da receita corrente líquida, gasto inferior aos 49% definidos pela LRF e ao limite prudencial de 46,55% — equivalente a 95% do limite legal.
Ano que vem elegeremos Deputados Federais e Senadores, escolha dentre os candidatos os melhores, nem que seja para o seu próprio bem.
Mesmo com os efeitos da crise econômica, o Paraná registrou até setembro arrecadação nominal superior ao do mesmo período do ano passado, demonstrou nesta terça-feira (27) o diretor-geral da Secretaria da Fazenda, Nestor Bueno. Este ano, a Receita Estadual arrecadou R$ 13,372 bilhões, valor 3,27% superior aos R$ 12,94 bilhões que entraram nos caixas do Estado entre janeiro e setembro de 2008. Bueno apresentou na reunião semanal da Escola de Governo um balanço das contas do Estado em 2009.
“Com a correção pela inflação, nossa receita é a mesma do ano passado”, disse Bueno. “Os números deixam claro que não tivemos queda de arrecadação, ao contrário de outros estados brasileiros. O que houve é que, em 2008, um ano excepcionalmente bom, previmos um aumento de aproximadamente 10% para a receita corrente líquida em 2009. Com a crise, não registrou-se tal expansão, mas também não houve queda”, avaliou o governador Roberto Requião.
“Devido à crise, estamos recebendo menos dinheiro nos repasses do governo federal”, lembrou Requião. Assim, o Estado foi obrigado a segurar cerca de R$ 1 bilhão em despesas, explicou o diretor-geral da Fazenda. “O Orçamento, elaborado em 2008, previa R$ 14,228 bilhões em caixa até setembro, mas entraram R$ 13,372 bilhões”, justificou. “Mas vamos manter todos os percentuais de repasses previstos na lei e no Orçamento”, falou o governador.
“Em função da realização da receita, adequamos as bases de cálculo das transferências”, explicou Bueno. “A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) estabelecia como base uma receita de R$ 8,843 bilhões. Com a nova realidade, a base de cálculo para as transferências passa a ser de R$ 8,372 bilhões”. Em 2008, quando a arrecadação superou a meta prevista na LDO, as transferências foram superiores às definidas no texto.
“O Poder Legislativo deveria receber R$ 442 milhões em 2009. Com a nova base de cálculo, serão R$ 418 milhões, dos quais R$ 259 milhões para a Assembleia Legislativa e R$ 159 milhões para o Tribunal de Contas do Estado”, disse Bueno. O Legislativo fica com 5% do Orçamento do Estado. Até outubro, a Secretaria da Fazenda já repassou R$ 379 milhões à Assembleia e ao TCE.
O Poder Judiciário, que recebe 9% do Orçamento, terá R$ 753 milhões em 2009. É menos dinheiro que o previsto no Orçamento — R$ 795 milhões. “Ainda assim, é um valor superior aos R$ 747 milhões que o Estado repassou no ano passado”, falou o diretor-geral da Fazenda. Até setembro, a Justiça Estadual já recebera R$ 557,5 milhões.
O Ministério Público Estadual, a quem cabe 3,9% do Orçamento, receberá R$ 326 milhões em 2009, ante projeção orçamentária de R$ 345 milhões. “De toda forma, é mais do que o que estava previsto em 2008 — R$ 294 milhões”, lembrou Bueno. Até setembro, o Estado já havia entregue R$ 312 milhões ao MP.
SAÚDE E EDUCAÇÃO — Os gastos do Estado com custeio e investimentos em saúde e educação também irão manter-se dentro dos limites determinados pela legislação. “Até agosto, repassamos à Secretaria da Educação R$ 2,368 bilhões, o equivalente a 29,49% da receita resultante de impostos, que somava R$ 8,03 bilhões à época”, explicou o diretor-geral da Fazenda.
Em saúde, o Estado aplicou até agosto R$ 739 milhões, que correspondem a 11,36% dos R$ 6,504 bilhões da receita líquida de impostos e das transferências constitucionais e legais. “Até o fim do ano, iremos superar os 12% definidos em lei, assim como vamos passar dos 30% da receita em educação”, garantiu Nestor Bueno.
Os gastos do Estado com a folha de pagamentos estão dentro dos limites estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Nos 12 meses anteriores a agosto de 2009, a receita corrente líquida do Paraná soma R$ 14,857 bilhões. No período, os gastos com pessoal de todo o Estado somam R$ 7,987 bilhões, o equivalente a 53,76% do total. A LRF limita tais gastos em 60% da receita corrente líquida.
As despesas com folha de pagamentos do Poder Executivo somam R$ 6,782 bilhões. O valor corresponde a 45,65% da receita corrente líquida, gasto inferior aos 49% definidos pela LRF e ao limite prudencial de 46,55% — equivalente a 95% do limite legal.
Bife, com extinção decretada.
Esta notícia da Agência Estado, vem confirmar o que disse o Professor Carlos Nobre, do Inpe, durante a VI AUGM do Meio Ambiente na UFScar, que a proteína de origem animal, principalmente á bovina representa um luxo em via de extinção.O Professor Nobre representará o Brasil em Compenhague, n Conf. das Partes.
CO2 emitido pela agropecuária sobe 30% em 13 anos
BRASÍLIA - As emissões de gás carbônico pelo setor agropecuário subiram 30% entre 1994 e 2007. A agropecuária representa 25% das emissões brasileiras e é a segundo maior fonte brasileira de gases que provocam mudanças climáticas, atrás apenas do desmatamento.
Ainda assim, a estimativa das emissões preparada pelo Ministério do Meio Ambiente mostra que, entre quatro setores econômicos, a agropecuária é que menos cresceu. As indústrias tiveram, no período, um aumento de 56%, apesar de representarem apenas 1,7% das emissões brasileiras. A área de energia, responsável hoje por 20% das emissões, aumentou 54%.
Apesar de serem tradicionalmente apontados como culpados por boa parte das emissões de gases que prejudicam o clima - no caso, o metano produto da flatulência --, bois e vacas ficam apenas em segundo lugar na lista de emissões. É o manejo do solo para plantação o responsável por 39% das emissões, com a preparação da terra com adubos e fertilizantes.
A "fermentação entérica" - o processo digestivo do gado que, como resultado, emite metano - fica em segundo lugar, com 25% das emissões. Em terceiro lugar surge o manejo de dejetos animais. A queima de resíduos agrícolas, como a do bagaço da cana, está em terceiro lugar mas, ao mesmo tempo, é a que mais cresceu, 59% entre 1994 e 2007.
No total, o setor agropecuário emite 479 milhões de toneladas de CO2 por ano. A estimativa para as emissões brasileiras em 2007 era de 1,9 bilhões de toneladas de gás carbônico. Dessas, 52% seriam causadas pelo desmatamento, especialmente na região amazônica. No entanto, esse índice já foi maior.
Em 1994, representava 55,2%. Nesse período, o desmatamento chegou a ser reduzido, mas a matriz energética se tornou mais suja - entraram em ação das termelétricas e o uso de combustíveis fósseis cresceu, o que representou um aumento de 54% nas emissões -, houve crescimento industrial, assim como da produção de resíduos industriais e de lixo no País.
CO2 emitido pela agropecuária sobe 30% em 13 anos
BRASÍLIA - As emissões de gás carbônico pelo setor agropecuário subiram 30% entre 1994 e 2007. A agropecuária representa 25% das emissões brasileiras e é a segundo maior fonte brasileira de gases que provocam mudanças climáticas, atrás apenas do desmatamento.
Ainda assim, a estimativa das emissões preparada pelo Ministério do Meio Ambiente mostra que, entre quatro setores econômicos, a agropecuária é que menos cresceu. As indústrias tiveram, no período, um aumento de 56%, apesar de representarem apenas 1,7% das emissões brasileiras. A área de energia, responsável hoje por 20% das emissões, aumentou 54%.
Apesar de serem tradicionalmente apontados como culpados por boa parte das emissões de gases que prejudicam o clima - no caso, o metano produto da flatulência --, bois e vacas ficam apenas em segundo lugar na lista de emissões. É o manejo do solo para plantação o responsável por 39% das emissões, com a preparação da terra com adubos e fertilizantes.
A "fermentação entérica" - o processo digestivo do gado que, como resultado, emite metano - fica em segundo lugar, com 25% das emissões. Em terceiro lugar surge o manejo de dejetos animais. A queima de resíduos agrícolas, como a do bagaço da cana, está em terceiro lugar mas, ao mesmo tempo, é a que mais cresceu, 59% entre 1994 e 2007.
No total, o setor agropecuário emite 479 milhões de toneladas de CO2 por ano. A estimativa para as emissões brasileiras em 2007 era de 1,9 bilhões de toneladas de gás carbônico. Dessas, 52% seriam causadas pelo desmatamento, especialmente na região amazônica. No entanto, esse índice já foi maior.
Em 1994, representava 55,2%. Nesse período, o desmatamento chegou a ser reduzido, mas a matriz energética se tornou mais suja - entraram em ação das termelétricas e o uso de combustíveis fósseis cresceu, o que representou um aumento de 54% nas emissões -, houve crescimento industrial, assim como da produção de resíduos industriais e de lixo no País.
Compare com a situação do Vereador londrinense.
Esta notícia da imprensa nacional nos leva à conclusão que vivemos no nosso Brasil uma grande balbúrdia jurídica. Leia e compare, com a prisão do Rodrigo Gouvêa.
STF mantém liberdade a acusado de desviar R$ 70 milhões no governo Rosinha
Publicidade
da Folha Online
O STF (Supremo Tribunal Federal) manteve nesta terça-feira a decisão que libertou da prisão Itamar Guerreiro, ex-subsecretário de Infraestrutura da Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro, acusado de desviar R$ 70 milhões do governo fluminense durante a gestão da ex-governadora Rosinha Garotinho (PMDB), atual prefeita de Campos dos Goytacazes (RJ).
A decisão é da Segunda Turma do STF ao julgar o mérito do habeas corpus concedido em agosto de 2008 pelo ministro Celso de Mello. A decisão também beneficia os demais réus acusados no mesmo processo.
O ex-subsecretário foi acusado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro pelos crimes de formação de quadrilha, uso de documentos falsos, falsidade ideológica, dispensa indevida de licitação e peculato (quando um funcionário público usa o cargo para obter algum bem ou valor).
Quando concedeu a liminar, o ministro ressaltou que, para decretar a prisão, a juíza de primeira instância "apoiou-se em elementos insuficientes, destituídos de base empírica idônea".
Na avaliação do ministro, a justificativa da magistrada --necessidade de garantia da ordem pública, sem a devida fundamentação-- não se ajusta aos critérios adotados pelo STF para justificar uma medida tão séria como é a da privação da liberdade.
Compartilhe
STF mantém liberdade a acusado de desviar R$ 70 milhões no governo Rosinha
Publicidade
da Folha Online
O STF (Supremo Tribunal Federal) manteve nesta terça-feira a decisão que libertou da prisão Itamar Guerreiro, ex-subsecretário de Infraestrutura da Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro, acusado de desviar R$ 70 milhões do governo fluminense durante a gestão da ex-governadora Rosinha Garotinho (PMDB), atual prefeita de Campos dos Goytacazes (RJ).
A decisão é da Segunda Turma do STF ao julgar o mérito do habeas corpus concedido em agosto de 2008 pelo ministro Celso de Mello. A decisão também beneficia os demais réus acusados no mesmo processo.
O ex-subsecretário foi acusado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro pelos crimes de formação de quadrilha, uso de documentos falsos, falsidade ideológica, dispensa indevida de licitação e peculato (quando um funcionário público usa o cargo para obter algum bem ou valor).
Quando concedeu a liminar, o ministro ressaltou que, para decretar a prisão, a juíza de primeira instância "apoiou-se em elementos insuficientes, destituídos de base empírica idônea".
Na avaliação do ministro, a justificativa da magistrada --necessidade de garantia da ordem pública, sem a devida fundamentação-- não se ajusta aos critérios adotados pelo STF para justificar uma medida tão séria como é a da privação da liberdade.
Compartilhe
Assinar:
Postagens (Atom)

