quarta-feira, 30 de setembro de 2009

A quem interessa Tóffoli no STF? Ao Amapá?

Ao povo brasileiro, do qual todo poder deveria emanar, certamente não interessa, como para ele, povo, não interessa Sarney Presidente do Senado.
Curiosamente os dois acima citados aprontaram no, pequeno e distante, Estado do Amapá, lá,Tófoli foi condenado duas vezes e pelo mesmo tipo de crime, danos aos cofres públicos.
Tambem lá Sarney pratica, com contumácia, o crime de falsidade ideólogica para poder se eleger Senador da República. Declara-se para a Justiça Eleitoral local , como sendo um cidadão amapaense, e o que é pior a mesma, logicamente, finge que acredita!!
Pobre Amapá!! Os dois o roubaram-no, um a sua representação política, Sarney, e o outro seus parcos recursos financeiros.
Tóffoli foi reprovado duas vezes em concurso para juíz de primeiro grau, Lula o quer para tomar as importantes decisões na mais alta Corte Judicial do Brasil, que selarão cabalmente o destino de muitos brasileiros.
Sarney foi reprovado em todos os cargos públicos que ocupou, Lula o quer como Presidente do Congresso Nacional.
E mais: para minha infelicidade, são meus xarás, pois são José, são os Zélaias os Zé daquelas laiyas, do Amapá.
É gente!! Alguns das melhores coisas que temos como a nossa saúde , nossa liberdade e a democracia só são valorizadas quando as perdemos, e a última, a Democracia brasileira, se os nossos poderes continuarem a ter este tipo de ralé, moral e intelectual nos seus comandos, seguramente caminha para o fim.

Os bancos não precisam dos clientes.

Os bancos brasileiros não quebraram na atual crise mundial, diferentemente dos bancos da maioria dos outros países, por terem um só cliente, de risco zero, que paga altos juros, os maiores do mundo, o Governo Federal.
Esta é a razão também dos bancos brasileiros não se preocuparem com as greves, que já começam a fazer parte do calendário do Brasil, com os prejuízos e os incômodos que as mesmas causam aos seus clientes.
Eles não precisam do setor produtivo, nem dos clientes, pessoas físicas, pois, têm o grande cliente preferencial.
As empresas nacionais não conseguiram pagar as mesmas taxas pagas aos bancos pelo seu cliente preferencial e foram ao exterior buscar empréstimos para investimentos, e diante da alta inesperada do dólar, de Setembro de 2.008 em diante, quebraram como o Banco Votorantim que ontem transferiu, oficialmente, o seu controle acionário ao Banco do Brasil.