quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Por pouco mais do que o Senado gasta por ano, os canadenses ficarão com nosso Potássio.

Começa a ser explorada a que deve ser a terceira reserva mundial de Potássio e considerada a última grande fronteira mundial de K, na região do encontro do Rio Madeira com o Amazonas,as outras duas maiores bacias produtoras estão no Canadá e na Rússia. A Petrobras já identificou a existência de 1.1 bilhão de toneladas de potássio na Mina da Fazendinha, no município de Nova Olinda do Norte.
A exploração será feita pela Potássio do Brasil, mas é de capital canadense, pertence ao grupo Forbes e Manhattan, por meio da mineradora Falcon Metais.
O investimento pode chegar a US$ 2.5 bilhões, para a extração de 2 milhões de toneladas por ano.
A rocha da qual será extraído o cloreto de potássio é a Silvinita.
A importação do produto, K, custou US$ 3.8 bilhões ao Brasil em 2.008. O Brasil importa 92% do que consome, nos meses anteriores à crise o preço do produto disparou, passando de US$ 200 a tonelada, para perto de US$ 1.000.
O Potássio, tal como o Brasil,é nosso, mas os dividendos provenientes de sua exploração serão dos canadenses.

Organizando cadeias produtivas do agronegócio.

O Governo do Paraná encaminhou à Assembleia Legislativa anteprojeto de lei que autoriza a contratação de 51 milhões de dólares em empréstimos junto ao Banco Internacional para a Reconstrução e o Desenvolvimento (Bird) para financiar o Projeto de Inclusão e Desenvolvimento Rural Sustentável.

O Projeto, criado para reduzir as desigualdades regionais, prevê o desenvolvimento de ações que aumentem a competitividade da agricultura familiar. Para isso, irá aprimorar as condições técnicas de produção e investir em sustentabilidade ambiental e sanitária. O objetivo é incrementar a renda e melhorar da qualidade de vida dos trabalhadores.

A produção agropecuária do Paraná é fruto do trabalho em 373.238 estabelecimentos rurais, 82% dos quais estão enquadrados no regime de economia familiar. Destes, mais de 193 mil — 71,8% das propriedades em regime de economia familiar — têm menos de um módulo fiscal, que no Paraná varia entre cinco e 30 hectares, a depender do município.

Segundo o anteprojeto, apenas 14% dessa população utilizam técnicas avançadas de produção, com bons rendimentos. Eles são responsáveis, junto ao agronegócio, pelo bom desempenho produtivo da agricultura paranaense. Por outro lado, a maioria dos agricultores em regime de economia familiar produz apenas para subsistência, sem gerar renda com o trabalho.

O texto do anteprojeto explica que “as regiões que apresentam solos rasos e topografia acidentada, com predominância do cultivo de lavouras de subsistência, ficam à margem do desenvolvimento econômico e social, evidenciando elevado grau de desequilíbrio regional”.

A prioridade do projeto são as propriedades instaladas em 127 municípios de regiões pobres do Estado, como o Centro Expandido e o Vale do Ribeira, em uma área de 8 milhões de hectares onde vivem 1,9 milhão de pessoas. As ações devem começar em 2010 e têm prazo de execução de cinco anos. Elas serão coordenadas pela Secretaria da Agricultura e Abastecimento.

“Dessa forma, se propõe concentrar a maior parte dos esforços e recursos financeiros nas áreas eleitas como prioritárias e apoiar, pontualmente, as iniciativas das comunidades fora dessas regiões que apresentem sistemas produtivos locais com viabilidade econômica e social e possam servir como indutoras do desenvolvimento local”, diz o texto.

Celulares, para quem recebe Bolsa Família.

O Governo quer que cada beneficiário do Bolsa Família, são cerca de 12 milhões receba um celular e R$ 7 em forma de crédito, gratuitamente das operadoras.
À primeira vista parece um benefício, um conforto, mas o que temos observado é que estes aparelhos têm servido de sangradouro dos já parcos recursos financeiros das famílias da classe média e média baixa.
O que querem com isso, na verdade, é tomar dinheiro dos pobres e parece que aumentar a fila dos Procons, Brasil à fora, já que as telefônicas são as primeiras na quantidade de queixas registradas contra as mesmas no Procon, disparadamente.

Era só o que faltava.

O Irã quer investir em agricultura no Brasil!!
O quase "santo " Mahmoud Ahmadinejadi, Presidente Iraniano, incluirá esta brincadeira entre as 15 áreas de cooperação que pretende apresentar para Lula, na visita oficial, motivo de protestos no mundo todo, que este infeliz fará ao Brasil, a produção visa suprir o mercado iraniano e atender a demanda de outros países.
O que é pior, para nós brasileiros, que este assassino e fraudador de eleições, pode ter sucesso nesta empreitada. Pobre é o conceito internacional do Brasil, pois este atrevimento, o de simplesmente propor tal desatino, ele não teria se fossemos um país respeitado.