Se há alguém ganhando, naturalmente, há alguém perdendo.
É preocupante, pois, trata-se de mais uma tragédia econômica anunciada, as fortes e irreais altas da bolsa de valores no Brasil, isto ocorre porque os especuladores estão optando por este tipo de investimento, com a finalidade de livrarem-se dos seus montes de dólares podres, sem lastro algum, que despenca no mundo todo pelo excesso absurdo havido nas suas emissões e pelo furor dos gastos públicos dos EUA, com guerras, socorros a bancos falidos, etc.. Livram-se assim dos dólares e ficam proprietários de ações de empresas brasileiras, ou com títulos da dívida pública brasileira.
Isto se confirma pela quase automática queda do valor do dólar a toda alta havida no valor das ações comercializadas na bolsa nacional, e isto tem sido uma constante neste ano de 2009, no período as ações brasileiras valorizaram-se em mais de 70%, contra uma queda, em 2008, diante da crise de 41.22%, portanto subiram de fato mais de 30% só neste ano, seria este fato normal se o desempenho de nossas empresas tivesse melhorado nesta proporção, o que não ocorreu , sendo que esta baixa do dólar prejudica a rentabilidade das exportadoras.
E quais ações que estão mais valorizadas? Logicamente as dos bancos, que aqui no Brasil são altamente lucrativos em razão das altas taxas de juros que o Governo Federal brasileiro paga, gastador que é, como o dos EUA, e o que é pior gasta com custeio da máquina pública, cada vez mais inchada e corrupta, não com investimentos, já que neste caso haveria compensação com os retornos financeiros dos mesmos.
E quem paga a conta? São os contribuintes de impostos, isto é, nós do povo, os empresários locais que trabalham com o real, tanto que para manter esta ciranda financeira o Presidente do Banco Central, o Henrique Meireles, já anunciou para breve uma alta dos juros.
Não satisfeito com esta lambança, o Governo Federal está levando os recursos dos Fundos de Pensão para as bolsas, o que é mais uma irresponsabilidade, principalmente para comprar ações na alta, super-valorizadas, e principalmente para com as pessoas que contribuíram a vida inteira para que fossem constituídos estes Fundos, o que garantiria para eles uma necessária e justa aposentadoria complementar.
O nosso Governo não sabe que a mão que poupa é a mesma que não pede!!
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Parabens!! Professores e Agricultores.
Há poucos meses, publiquei um livro no qual proponho um modelo para a agropecuária brasileira, o seu título é Biobras, no qual mostro que uma das mais dignas profissões, a de agricultor, está em extinção.
Atualmente, o que tem e bastante são donos de terras os chamados empresários rurais, grandes e pequenos, cujos capitais empregados na aquisição de terras ou se originam de outras atividades econômicas, ou são doados pelo Governo Federal, no caso dos chamados sem-terras, não tenho ouvi do dos jovens brasileiros manifestação de vontade de seguir esta profissão, diante das dificuldades por que passam os agricultores e seus filhos, naturalmente, acompanham, nem estes querem abraçar a profissão dos pais.
É uma pena, pois, o verdadeiro agricultor é , antes de tudo, um ecologista entende, por exemplo, que para bem se criar um boi é necessário sombra e água fresca, isto é, ele não derruba as árvores e mantêm as águas superficiais que delas se utiliza, ou sobre elas mantêm domínio, em boas condições para consumo humano e animal.
Outra extraordinária profissão é a de professor, nesta como os seus profissionais não têm que submeter às regras do mercados ávidos por lucro, como os agricultores, depende apenas da sua abnegação a ponto de ser remunerado com salários baixos, longe de corresponder à importância que esta representa, sendo um verdadeiro sacerdócio, que muito engrandece a quem a ela se dedica.
Como ex-professor e agricultor, com muita satisfação dou parabenizo aos professores pela passagem de mais um “ Dia do Professor “, e também aos agricultores também pois sem eles não haveria alimentação, muito menos o seu “ Dia “.
Atualmente, o que tem e bastante são donos de terras os chamados empresários rurais, grandes e pequenos, cujos capitais empregados na aquisição de terras ou se originam de outras atividades econômicas, ou são doados pelo Governo Federal, no caso dos chamados sem-terras, não tenho ouvi do dos jovens brasileiros manifestação de vontade de seguir esta profissão, diante das dificuldades por que passam os agricultores e seus filhos, naturalmente, acompanham, nem estes querem abraçar a profissão dos pais.
É uma pena, pois, o verdadeiro agricultor é , antes de tudo, um ecologista entende, por exemplo, que para bem se criar um boi é necessário sombra e água fresca, isto é, ele não derruba as árvores e mantêm as águas superficiais que delas se utiliza, ou sobre elas mantêm domínio, em boas condições para consumo humano e animal.
Outra extraordinária profissão é a de professor, nesta como os seus profissionais não têm que submeter às regras do mercados ávidos por lucro, como os agricultores, depende apenas da sua abnegação a ponto de ser remunerado com salários baixos, longe de corresponder à importância que esta representa, sendo um verdadeiro sacerdócio, que muito engrandece a quem a ela se dedica.
Como ex-professor e agricultor, com muita satisfação dou parabenizo aos professores pela passagem de mais um “ Dia do Professor “, e também aos agricultores também pois sem eles não haveria alimentação, muito menos o seu “ Dia “.
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