Para Giddens não há apenas uma globalização de mercados, nós somos a primeira geração de uma sociedade cosmopolita global, diferente de todas as sociedades anteriores.
E que a estrutura geopolítica mudou, e não há mais um mundo bipolar, no qual em certo sentido, os Estados têm inimigos, por isso, é necessário dar uma resposta política às forças da globalização, todos deverão estar reunidos para contruir uma sociedade cosmopolita global, que valha a pena.
O desafio é encontrar uma forma de governo trasnacional, apropriada à economia globalizada, para lidar com um mundo além de transnacional, multicultural.
Concluí afirmando que as nações ainda existem; mas deixaran de ser geopolíticas.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Outro Oficial Vaz, na mesma RJ, sofre atentado.
O helicóptero abatido por traficantes, no último sábado, no RJ era pilotado pelo Capitão Vaz, que habilmente conseguiu pousá-lo, em chamas.
Este fato aliado à declaração do Lula de que não deveria se prender pequenos traficantes, portanto os baixinhos estão limpos,demonstram claramente que estamos em plena guerra civil e nela sendo derrotados.
O fato que reproduzo traz algumas coincidências com este acontecimento: o nome Vaz, a profissão, a cidade e a instabilidade política-social reinante também naquela época, porém Getúlio Vargas, apesar de ditador,tinha vergonha na cara preferindo o suicídio, no dia 24 seguinte, à guerra civil que era iminente no país.
Prezado leitor, faça uma comparação mais aprofundada entre os dois fatos, certamente serão importantes.
O atentado:
Lacerda chegava de automóvel à sua residência situada naquela rua, acompanhado do filho Sérgio e de um segurança, o major da Força Aérea Brasileira Rubens Florentino Vaz, quando dois homens emboscados dispararam contra ele e, em seguida, fugiram de táxi. O jornalista foi atingido por um tiro de raspão no pé, e o major Rubens Vaz faleceu a caminho do hospital.
Na manhã seguinte, Lacerda publicou em seu editorial:
"A visão de Rubens Vaz, na rua, impede-me de analisar a frio, neste momento, a hedionda emboscada desta noite. Mas, perante Deus, acuso um só homem como responsável por esse crime. É o protetor dos ladrões, cuja impunidade lhes dá audácia para atos como os desta noite. Este homem chama-se Getúlio Vargas."
Durante a investigação que se seguiu, demonstrou-se que a bala que atingiu o major era de calibre 45, arma de uso privativo das Forças Armadas. Em poucos dias chegava-se a dois suspeitos: Alcino João Nascimento e Climério Euribes de Almeida, homens da guarda pessoal do presidente, e ao mandante do crime, Gregório Fortunato, chefe da guarda e guarda-costas de Getúlio desde a época do Estado Novo.
Este fato aliado à declaração do Lula de que não deveria se prender pequenos traficantes, portanto os baixinhos estão limpos,demonstram claramente que estamos em plena guerra civil e nela sendo derrotados.
O fato que reproduzo traz algumas coincidências com este acontecimento: o nome Vaz, a profissão, a cidade e a instabilidade política-social reinante também naquela época, porém Getúlio Vargas, apesar de ditador,tinha vergonha na cara preferindo o suicídio, no dia 24 seguinte, à guerra civil que era iminente no país.
Prezado leitor, faça uma comparação mais aprofundada entre os dois fatos, certamente serão importantes.
O atentado:
Lacerda chegava de automóvel à sua residência situada naquela rua, acompanhado do filho Sérgio e de um segurança, o major da Força Aérea Brasileira Rubens Florentino Vaz, quando dois homens emboscados dispararam contra ele e, em seguida, fugiram de táxi. O jornalista foi atingido por um tiro de raspão no pé, e o major Rubens Vaz faleceu a caminho do hospital.
Na manhã seguinte, Lacerda publicou em seu editorial:
"A visão de Rubens Vaz, na rua, impede-me de analisar a frio, neste momento, a hedionda emboscada desta noite. Mas, perante Deus, acuso um só homem como responsável por esse crime. É o protetor dos ladrões, cuja impunidade lhes dá audácia para atos como os desta noite. Este homem chama-se Getúlio Vargas."
Durante a investigação que se seguiu, demonstrou-se que a bala que atingiu o major era de calibre 45, arma de uso privativo das Forças Armadas. Em poucos dias chegava-se a dois suspeitos: Alcino João Nascimento e Climério Euribes de Almeida, homens da guarda pessoal do presidente, e ao mandante do crime, Gregório Fortunato, chefe da guarda e guarda-costas de Getúlio desde a época do Estado Novo.
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