Após vigília, aposentados dormem nos corredores da Câmara.
Comissão aprovou na última terça-feira, por unanimidade, relatório favorável ao fim do fator previdenciário
Aposentados dormem no corredor de acesso ao plenário da Câmara, após passarem a noite em vigília.
BRASÍLIA - Pressionada por cerca de 200 aposentados, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovou na última terça-feira, por unanimidade, o relatório do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) favorável ao fim do fator previdenciário como está previsto no projeto de lei do senador Paulo Paim (PT-RS). O embate agora segue para o plenário da Câmara.
Os líderes do governo dizem que o assunto só deve entrar na pauta depois da votação dos projetos do pré-sal. E avisam que o fator só pode acabar se houver um mecanismo alternativo que produza efeito parecido: evitar aposentadorias precoces. Mas a briga não deve ser fácil para o governo.
Os aposentados já avisaram que não querem nenhuma proposta alternativa e ainda pretendem garantir que todas as aposentadorias sejam reajustadas pelo mesmo índice de correção do salário mínimo. Querem também a vinculação do valor do benefício ao número específico de salários mínimos a que correspondiam na data em que foram concedidos.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
PIB do Paraná cresce para 6.07% do Nacional.
O Produto Interno Bruto (PIB) do Paraná, em 2007, registrou crescimento real de 6,76%, atingindo o valor de R$ 161,58 bilhões, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), divulgados nesta quarta-feira (18). Nesse mesmo período, o PIB nacional avançou 6,09%, totalizando R$ 2,66 trilhões.
Em virtude do melhor desempenho econômico, em comparação ao Brasil, o Estado aumenta sua participação, passando a responder por 6,07% do valor final dos bens e serviços produzidos pelo País. O resultado superou as participações em 2005 (5,90%) e 2006 (5,77%), anos em que as prolongadas estiagens afetaram fortemente a produção agrícola, penalizando não somente o setor primário, como também os segmentos industriais e de serviços relacionados à atividade rural.
De acordo com o chefe do IBGE no Paraná, Sinval Dias dos Santos, o Paraná segue a tendência de registrar números superiores aos dos indicadores do país. “Com a consolidação dos arranjos produtivos locais (APLs), somadas outras atividades, desde a década de 90 o Paraná vem apresentando resultados bem acima da média nacional”, observou.
MULTIPLICADOR – O coordenador de conjuntura econômica do Ipardes, Julio Suzuki, comenta que o Paraná continua sendo a quinta maior economia do país, mas pela primeira vez na história consegue se aproximar do Rio Grande Sul na participação da economia nacional.
“Embora a agropecuária represente 8,56% na composição do PIB paranaense, ela possui grande efeito multiplicador, principalmente nos municípios do interior, cuja renda agrícola reflete em maior poder de compra no comércio varejista, na aquisição de máquinas agrícolas e de insumos e fertilizantes, atingindo assim a indústria”, explica Suzuki.
Os estados que lideram a participação do PIB são: São Paulo (33,92%), Rio de Janeiro (11,15%), Minas Gerais (9,07%), Rio Grande do Sul (6,64%), Paraná (6,07%), Bahia (4,12%), Santa Catarina (3,93%) e Distrito Federal (3,76%). Juntos eles concentravam quase 80% da economia nacional.
EXPANSÃO – Entre os fatores que determinaram a significativa performance da economia paranaense em 2007, pode-se destacar, primeiramente, a expansão da produção industrial. O volume físico produzido pela indústria de transformação do Estado evoluiu 6,69% no referido exercício, com relevantes contribuições dos ramos de veículos automotores (com crescimento de 30,46%) e máquinas e equipamentos (21,39%). Em contrapartida, as indústrias madeireira e de edição e impressão apresentaram decréscimos de, respectivamente, 5,40% e 14,16% na produção.
Deve-se ressaltar a importância do setor terciário como condicionante da performance da economia do Paraná. No caso específico do comércio varejista, observou-se incremento da ordem de 7,11% no volume de vendas em 2007, sendo pronunciadas as taxas registradas pelos segmentos de equipamentos de escritório, informática e comunicação (28,41%), móveis e eletrodomésticos (12,43%) e hipermercados e supermercados (6,62%).
Já em relação à agricultura, cabe citar o aumento da produção de soja, com salto de 9,36 milhões de toneladas em 2006 para 11,88 milhões de toneladas em 2007, o que representou elevação de 26,85%. Também em trajetória ascendente, as quantidades colhidas de trigo, cana-de-açúcar e milho avançaram, respectivamente, 55,89%, 35,29% e 26,85%, opondo-se à redução de 6,26% na produção de feijão.
Nesse contexto favorável, os subsetores econômicos anotaram expressivas taxas de crescimento do PIB, sobressaindo as variações reais registradas pela agricultura (17,12%), intermediação financeira (16,29%), indústria extrativa (11,88%) e transportes, armazenagem e correio (10,51%).
Em virtude do melhor desempenho econômico, em comparação ao Brasil, o Estado aumenta sua participação, passando a responder por 6,07% do valor final dos bens e serviços produzidos pelo País. O resultado superou as participações em 2005 (5,90%) e 2006 (5,77%), anos em que as prolongadas estiagens afetaram fortemente a produção agrícola, penalizando não somente o setor primário, como também os segmentos industriais e de serviços relacionados à atividade rural.
De acordo com o chefe do IBGE no Paraná, Sinval Dias dos Santos, o Paraná segue a tendência de registrar números superiores aos dos indicadores do país. “Com a consolidação dos arranjos produtivos locais (APLs), somadas outras atividades, desde a década de 90 o Paraná vem apresentando resultados bem acima da média nacional”, observou.
MULTIPLICADOR – O coordenador de conjuntura econômica do Ipardes, Julio Suzuki, comenta que o Paraná continua sendo a quinta maior economia do país, mas pela primeira vez na história consegue se aproximar do Rio Grande Sul na participação da economia nacional.
“Embora a agropecuária represente 8,56% na composição do PIB paranaense, ela possui grande efeito multiplicador, principalmente nos municípios do interior, cuja renda agrícola reflete em maior poder de compra no comércio varejista, na aquisição de máquinas agrícolas e de insumos e fertilizantes, atingindo assim a indústria”, explica Suzuki.
Os estados que lideram a participação do PIB são: São Paulo (33,92%), Rio de Janeiro (11,15%), Minas Gerais (9,07%), Rio Grande do Sul (6,64%), Paraná (6,07%), Bahia (4,12%), Santa Catarina (3,93%) e Distrito Federal (3,76%). Juntos eles concentravam quase 80% da economia nacional.
EXPANSÃO – Entre os fatores que determinaram a significativa performance da economia paranaense em 2007, pode-se destacar, primeiramente, a expansão da produção industrial. O volume físico produzido pela indústria de transformação do Estado evoluiu 6,69% no referido exercício, com relevantes contribuições dos ramos de veículos automotores (com crescimento de 30,46%) e máquinas e equipamentos (21,39%). Em contrapartida, as indústrias madeireira e de edição e impressão apresentaram decréscimos de, respectivamente, 5,40% e 14,16% na produção.
Deve-se ressaltar a importância do setor terciário como condicionante da performance da economia do Paraná. No caso específico do comércio varejista, observou-se incremento da ordem de 7,11% no volume de vendas em 2007, sendo pronunciadas as taxas registradas pelos segmentos de equipamentos de escritório, informática e comunicação (28,41%), móveis e eletrodomésticos (12,43%) e hipermercados e supermercados (6,62%).
Já em relação à agricultura, cabe citar o aumento da produção de soja, com salto de 9,36 milhões de toneladas em 2006 para 11,88 milhões de toneladas em 2007, o que representou elevação de 26,85%. Também em trajetória ascendente, as quantidades colhidas de trigo, cana-de-açúcar e milho avançaram, respectivamente, 55,89%, 35,29% e 26,85%, opondo-se à redução de 6,26% na produção de feijão.
Nesse contexto favorável, os subsetores econômicos anotaram expressivas taxas de crescimento do PIB, sobressaindo as variações reais registradas pela agricultura (17,12%), intermediação financeira (16,29%), indústria extrativa (11,88%) e transportes, armazenagem e correio (10,51%).
Paraná terá usina de biodiesel para agricultores pobres.
O projeto-piloto para a instalação de uma usina produtora de biodiesel destinado ao uso e consumo de agricultores familiares deverá se transformar em realidade na metade do próximo ano, marcando o início do programa Paraná Bioenergia. O governador Roberto Requião lançou formalmente, durante a Escola de Governo desta terça-feira (17), o edital de licitação da Copel, em regime de concorrência pública, para a aquisição das máquinas e equipamentos que integrarão a planta de produção de biodiesel a ser instalada em São Jorge do Oeste, no sudoeste do Estado. “A partida está dada e tenho certeza que o projeto será um sucesso”, afirmou Requião.
O preço máximo global, estabelecido pela Copel para a licitação, na modalidade “técnica e preço”, é de R$ 2,475 milhões. As propostas recebidas serão abertas em 8 de janeiro, com previsão que a unidade esteja em funcionamento “a partir de junho ou julho de 2010”, conforme adiantou Luiz Antonio Rossafa, diretor de engenharia da Companhia e seu presidente em exercício.
Junto com Requião, assinaram o documento de lançamento do procedimento licitatório o vice-governador Orlando Pessuti, o secretário da Agricultura, Valter Bianchini, os diretores da Copel Luiz Antonio Rossafa e Antonio Rycheta Arten, a prefeita de São Jorge do Oeste, Leila Aparecida da Rocha, e os deputados estaduais Nereu Moura, Alexandre Curi, Doutor Batista, Teruo Kato e Jonas Guimarães.
VIABILIDADE – A instalação de usinas de biodiesel capazes de atender às necessidades de pequenos produtores rurais da agricultura familiar é uma ideia do governador Requião, como forma de permitir acesso a um combustível natural e com baixo custo e, adicionalmente, renda à sua atividade. Ele encarregou a Copel e a Secretaria da Agricultura e Abastecimento de estruturarem um projeto que se mostrasse viável e sustentável, de forma a poder ser multiplicado por outras regiões.
“O grande diferencial desse estudo é evitar o passeio do biodiesel e o repasse desses custos aos pequenos produtores”, resumiu Bianchini. “Levamos em consideração que a usina de biodiesel deve funcionar em sistema de circuito fechado, atendendo com economicidade uma coletividade situada num raio de até 50 quilômetros”.
SUBPRODUTOS – Dentro desse projeto de pesquisa, a Copel estruturou uma usina-piloto com capacidade de produzir 5 mil litros diários de óleo combustível vegetal (o biodiesel), utilizando a soja como matéria-prima – mas não impedindo o uso de outras espécies de oleaginosas. Nesse estudo, também foi considerado o aproveitamento dos subprodutos obtidos no processo de produção do biocombustível na própria atividade, que na região de São Jorge do Oeste inclui a criação de aves, suínos e a produção de leite e derivados.
“O projeto é ancorado em cooperativas de agricultores familiares com apoio decisivo da prefeitura, mas só se tornou definitivamente viável com o Decreto 5.595, assinado pelo governador Requião em outubro, que concede benefícios fiscais às operações realizadas no âmbito do projeto”, detalhou o diretor de engenharia da Copel, Luiz Antonio Rossafa. “Pode-se dizer que este é o produto mais nobre gerado por esse esforço destinado a tornar viável a instalação dessa usina piloto de biodiesel”.
O decreto mencionado por Rossafa permite o diferimento do ICMS em diversas operações e transações realizadas no âmbito do projeto de pesquisa do biodiesel, o Paraná Biodiesel, que integra um programa mais amplo voltado ao aproveitamento de todas as formas naturais, limpas e renováveis de produção de energia – o Paraná Bioenergia.
DIFERIMENTO – Entre as operações que, pelo decreto, passam a ter direito ao diferimento do ICMS estão a aquisição de máquinas e equipamentos, de matérias-primas e insumos, as remessas de produtos entre cooperado e cooperativa, remessas de produtos entre cooperativas e as vendas promovidas pela cooperativa a terceiros de produtos por ela industrializados no âmbito do projeto. “O decreto também contempla com o diferimento o diesel de petróleo que vai ser misturado ao biodiesel”, complementou Rossafa.
Conforme explicou o diretor, foram definidos critérios “objetivos e específicos” para que o tratamento fiscal diferenciado permitido pelo Decreto 5.595 possa ser utilizado. “O projeto tem vocação social e de promoção humana, e para garantir que as vantagens beneficiem os verdadeiros destinatários foram estabelecidos alguns requisitos”.
Os critérios são: a cooperativa deve ser de pequenos produtores rurais, que os produtores integrantes dessa cooperativa estejam cadastrados no Pronaf – Programa Nacional de Agricultura Familiar, e que a produção integrada de biodiesel e ração seja destinada ao abastecimento das unidades produtivas dos cooperados – ou seja, as propriedades rurais. “São critérios extremamente fáceis de serem atendidos no Estado do Paraná, em função das características da sua agricultura e atividade pecuária”, avaliou Rossafa.
Os gestores do projeto paranaense de biodiesel tentam junto à Casa Civil da Presidência da República e ao Ministério de Minas e Energia que seja concedido tratamento semelhante aos tributos e impostos federais.
O preço máximo global, estabelecido pela Copel para a licitação, na modalidade “técnica e preço”, é de R$ 2,475 milhões. As propostas recebidas serão abertas em 8 de janeiro, com previsão que a unidade esteja em funcionamento “a partir de junho ou julho de 2010”, conforme adiantou Luiz Antonio Rossafa, diretor de engenharia da Companhia e seu presidente em exercício.
Junto com Requião, assinaram o documento de lançamento do procedimento licitatório o vice-governador Orlando Pessuti, o secretário da Agricultura, Valter Bianchini, os diretores da Copel Luiz Antonio Rossafa e Antonio Rycheta Arten, a prefeita de São Jorge do Oeste, Leila Aparecida da Rocha, e os deputados estaduais Nereu Moura, Alexandre Curi, Doutor Batista, Teruo Kato e Jonas Guimarães.
VIABILIDADE – A instalação de usinas de biodiesel capazes de atender às necessidades de pequenos produtores rurais da agricultura familiar é uma ideia do governador Requião, como forma de permitir acesso a um combustível natural e com baixo custo e, adicionalmente, renda à sua atividade. Ele encarregou a Copel e a Secretaria da Agricultura e Abastecimento de estruturarem um projeto que se mostrasse viável e sustentável, de forma a poder ser multiplicado por outras regiões.
“O grande diferencial desse estudo é evitar o passeio do biodiesel e o repasse desses custos aos pequenos produtores”, resumiu Bianchini. “Levamos em consideração que a usina de biodiesel deve funcionar em sistema de circuito fechado, atendendo com economicidade uma coletividade situada num raio de até 50 quilômetros”.
SUBPRODUTOS – Dentro desse projeto de pesquisa, a Copel estruturou uma usina-piloto com capacidade de produzir 5 mil litros diários de óleo combustível vegetal (o biodiesel), utilizando a soja como matéria-prima – mas não impedindo o uso de outras espécies de oleaginosas. Nesse estudo, também foi considerado o aproveitamento dos subprodutos obtidos no processo de produção do biocombustível na própria atividade, que na região de São Jorge do Oeste inclui a criação de aves, suínos e a produção de leite e derivados.
“O projeto é ancorado em cooperativas de agricultores familiares com apoio decisivo da prefeitura, mas só se tornou definitivamente viável com o Decreto 5.595, assinado pelo governador Requião em outubro, que concede benefícios fiscais às operações realizadas no âmbito do projeto”, detalhou o diretor de engenharia da Copel, Luiz Antonio Rossafa. “Pode-se dizer que este é o produto mais nobre gerado por esse esforço destinado a tornar viável a instalação dessa usina piloto de biodiesel”.
O decreto mencionado por Rossafa permite o diferimento do ICMS em diversas operações e transações realizadas no âmbito do projeto de pesquisa do biodiesel, o Paraná Biodiesel, que integra um programa mais amplo voltado ao aproveitamento de todas as formas naturais, limpas e renováveis de produção de energia – o Paraná Bioenergia.
DIFERIMENTO – Entre as operações que, pelo decreto, passam a ter direito ao diferimento do ICMS estão a aquisição de máquinas e equipamentos, de matérias-primas e insumos, as remessas de produtos entre cooperado e cooperativa, remessas de produtos entre cooperativas e as vendas promovidas pela cooperativa a terceiros de produtos por ela industrializados no âmbito do projeto. “O decreto também contempla com o diferimento o diesel de petróleo que vai ser misturado ao biodiesel”, complementou Rossafa.
Conforme explicou o diretor, foram definidos critérios “objetivos e específicos” para que o tratamento fiscal diferenciado permitido pelo Decreto 5.595 possa ser utilizado. “O projeto tem vocação social e de promoção humana, e para garantir que as vantagens beneficiem os verdadeiros destinatários foram estabelecidos alguns requisitos”.
Os critérios são: a cooperativa deve ser de pequenos produtores rurais, que os produtores integrantes dessa cooperativa estejam cadastrados no Pronaf – Programa Nacional de Agricultura Familiar, e que a produção integrada de biodiesel e ração seja destinada ao abastecimento das unidades produtivas dos cooperados – ou seja, as propriedades rurais. “São critérios extremamente fáceis de serem atendidos no Estado do Paraná, em função das características da sua agricultura e atividade pecuária”, avaliou Rossafa.
Os gestores do projeto paranaense de biodiesel tentam junto à Casa Civil da Presidência da República e ao Ministério de Minas e Energia que seja concedido tratamento semelhante aos tributos e impostos federais.
Alimentos funcionais.
Pelos fatos que descrevo a seguir, os nossos produtores agrícolas deven ser estimulados a cultivarem funcionais.
Os alimentos funcionais fibras, oxidantes ou resultantes da adição de ingredientes, como bactérias, no caso dos iogurtes e leites fermentados,além das funções nutricionais básicas, quando consumidos como parte da dieta usual, produzem efeitos metabólicos, fisiológicos ou benéficos à saúde, devendo ser seguro para consumo sem a supervisão médica
Não curam doenças, mas funcionam na prevenção ou como coadjuvantes em determinados tratamentos.
Hipócrates, o Pai da Medicina, já pregava: “ Faça do seu alimento o seu medicamento “
As vendas dos alimentos funcionais crescem muito mais do que as dos alimentos industrializados convencionais,na UE este crescimento é de 10% contra 6%, nos EUA 16% e o dos demais 3%.
Para a Danone e a Nestlé, duas das principais fabricantes mundiais de alimentos funcionais, o consumidor não deve procurar somente o preço, mas, sim valor, que é justamente a combinação do preço com o benefício.
O consumo brasileiro de iogurte é de 5.7 kg anuais, enquanto o espanhol é de 25.9 kg.
A Nestlé investe 2% de suas vendas em pesquisas.
Os alimentos funcionais fibras, oxidantes ou resultantes da adição de ingredientes, como bactérias, no caso dos iogurtes e leites fermentados,além das funções nutricionais básicas, quando consumidos como parte da dieta usual, produzem efeitos metabólicos, fisiológicos ou benéficos à saúde, devendo ser seguro para consumo sem a supervisão médica
Não curam doenças, mas funcionam na prevenção ou como coadjuvantes em determinados tratamentos.
Hipócrates, o Pai da Medicina, já pregava: “ Faça do seu alimento o seu medicamento “
As vendas dos alimentos funcionais crescem muito mais do que as dos alimentos industrializados convencionais,na UE este crescimento é de 10% contra 6%, nos EUA 16% e o dos demais 3%.
Para a Danone e a Nestlé, duas das principais fabricantes mundiais de alimentos funcionais, o consumidor não deve procurar somente o preço, mas, sim valor, que é justamente a combinação do preço com o benefício.
O consumo brasileiro de iogurte é de 5.7 kg anuais, enquanto o espanhol é de 25.9 kg.
A Nestlé investe 2% de suas vendas em pesquisas.
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