sábado, 12 de dezembro de 2009

Droga trocada; não dói.

Há muito me inquieta a moleza que o Governo do Brasil dá para a Bolívia, na questão das drogas. Agora entendi, trate-se de uma politicagem de integração continental, feita com o que há de mais nocivo para os nossos povos, que são as drogas e o desrespeitos às leis, trazendo o enfraquecimento e a degeneração das famílias, principalmente das mais esclarecidas, naturalmente por não serem parte do seu eleitorado, o objetivo é nivelar para baixo.

No território brasileiro é consumida ou reexportada 80% da cocaína produzida na Bolívia, em 30.000 hectares. Como chumbo trocado não dói, droga também, o Governo do Brasil irá exportar para a Bolívia seu péssimo modelo de distribuição de terra, que insiste em chamar de reforma agrária. Parece piada; mas infelizmente não é, já existe no Incra uma diretoria encarregada de estimular este tipo de intercâmbio, que nestes dias recebe em visita oito técnicos do Incra de lá, como se vê, além de cocaína, por lá existem outras drogas. Pobre da América Latina !!


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Feliz natal , a todos.

Nestes dias de Dezembro, começa a nossa alma ser tomada pelo espírito natalino e para que este sentimento seja, em nós, antecipado e o mais amplo possível e ao mesmo tempo que desejo um Feliz Natal, brindo-os com, um resumo, de uma pérola escrita por Dom Orlando Brandes, Arcebispo de Londrina, denominado " Belém e nossa quatro fomes ":
Belém quer dizer cidade do pão. Jesus promete que quem o segue não mais terá fome. Ele multiplica os pães, defende os pobres e elogia Zaqueu, o rico solidário. Desde Belém, é o pão do céu que dá vida ao mundo e sacia as nossas quatro fomes
1ª é a Fome de Pão, no mundo coexistem abundância e penúria, miséria e desperdício, consumismo e fome. A cidade onde há pão se transforma em cidade da paz, fome é questão de decisão política;
2ª Fome de Afeto, a rejeição, a indiferença, a falta de amor é a experiência mais diabólica do mundo, não basta amar as pessoas, elas precisam saber que são amadas Deixemo-nos amar!!.
3ª Fome do bem e da verdade, a mentira é filha do diabo, o bem faz bem, é bom e é belo. Que o menino nos livre da soberba filosófica, da arbitrariedade, da corrupção e da mentira.
4ª Fome de Deus, “o que fui na política eu devo à minha vida espiritual “, afirmava Gandhi. É preciso construir oficinas de trabalho e oficinas de oração, dizia o prefeito de Florença, La Pira. A fome de Deus é tão voraz que no seu lugar erigimos ídolos escravizadores e catedrais do consumismo, quem não reza cai na frustração, no vazio, na animalidade.
O Natal é a festa da saciedade dessas quatro fomes, brindemos-lo, pois.