quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Rico não é familiar, para os "ideologistas de plantão.

A agropecuária nacional só irá se desenvolver e com isto trazer benefícios à sociedade local, quando o Governo Federal deixar de olhá-la com viés ideológico.
O Governo Militar, de direita, privilegiava os grandes produtores, o dos últinos 16 anos, tidos como de esquerda; só, os pequenos.
Há de ser valorizado o produtor brasileiro independentemente de sua capacidade econômica, e à medida que um quilo de mandioca alcançar preço justo, tanto os pequenos como os grandes a cultivarão, aliás, os pequenos produzem, atualmente 87% da produção nacional deste produto.
Ao invés de considerá-la como uma atividade econômica, como uma indústria que tem por finalidade, numa exploração sistemática do solo, obter produtos vegetais, é preciso considerar que a indústria rural é um dos fundamentos para a organização e desenvolvimento de um povo, ficam pondo apelido nas palavras: Pequeno Agricultor vira " Agricultor Familiar ", invasão vira "ocupação".
Atualmente os apelidados de " Familiares " produzem só o que é mais difícil, os de retorno financeiros mais incertos, como mandioca, feijão, suínos e leite, em razão da politicagem, além de pobres ganharam um novo adjetivo, inadimplentes, pois, 90% deles não conseguem pagar os seus financiamentos bancários.
O IBGE classifica como 'familiares" os agricultores com suas propriedades com tamanho limitado à 4 módulos rurais e pelo uso predominantemente da mão-de-obra da família.
Portanto, nada a ver com o conceito de família, que diz respeito aos que vivem sob o mesmo teto ou também à sociedade conjugal.
Tomam um fator de produção como se fosse um todo, para, com objetivos políticos, parecer que sendo familiares são bonzinhos não invadem, ocupam.

Muito Bom!!

Governador anuncia inauguração de centro de transplante em Londrina - 29/09/2009 18:16:25
O governador Roberto Requião anunciou nesta terça-feira (28) em Curitiba, durante a reunião semanal do secretariado, mais um investimento do Governo do Paraná em Londrina. “No dia 5 de novembro nós estaremos inaugurando na Universidade Estadual de Londrina um centro de transplante de medula óssea que levará o nome de Rebecca Pupatto Ruano”, disse o governador.“Rebecca foi filha da secretária Lygia Pupatto e faleceu vítima de leucemia. O esforço e dedicação da Lygia levaram este centro para Londrina. É uma homenagem à Lygia e sua filha”, afirmou Requião, que aproveitou para convidar a todos para a inauguração.A implantação da unidade de transplante de medula óssea no Hospital Universitário de Londrina recebeu um investimento de R$ 2,2 milhões. Os equipamentos, materiais permanentes e insumos adquiridos com recursos do Fundo Paraná visam qualificar a unidade como centro de referência para integrar a Rede Paranaense de Terapia Celular.