Empresários do Zimbábue compraram por US$ 200 milhões uma usina de produção de etanol em Diamantina, MG, e irão removê-la para o seu país como meta de produção um bilhão de litros de etanol por ano e abastecer o mercado africano.
Nós, "não precisamos deste tipo de negócio, pois, teremos Copa do Mundo e Olímpiadas", desculpe-me pela ironia.
Dólar zimbabuano de 1983, atualmente uma nota de Z$ 2 tem apenas valor numismático.O país apresenta a maior taxa de inflação do planeta. Em fevereiro de 2007 foi registrada uma inflação anualizada de aproximadamente 1730%. Dados governamentais de junho de 2007 já apontam uma inflação de 4500%, embora especialistas afirmem que ela já chegou a aproximadamente 100000%. Em julho de 2008 a inflação oficial chegou a 2.200.000% ao ano, mas estatísticas extra-oficiais indicam uma inflação real de 9.000.000% ao ano[1].
A hiperinflação vem destruindo a economia do país, arrasando com o setor produtivo. Uma medida governamental congelou os preços, causando desabastecimento, fortalecimento do mercado negro e prisão de comerciantes contrários à medida[2].
A economia do Zimbábwe, que já foi um dos países mais prósperos da África meridional, encontra-se imerso desde 2000 em uma profunda crise, além da hiperinflação, há um alto índice de desemprego, pobreza e uma crônica escassez de combustíveis, alimentos e moedas estrangeiras.
No início de abril de 2009, um video filmado dentro de uma penintenciária do Zimbábue denunciou a situação precária dos presos, que vivem em condições extremas e mostram sinais de desnutrição.
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